Hotspot

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Escrito por Juliana   
Qui, 25 de Outubro de 2012 21:32

Voc sabe o que significa Hotspots?

Hotspots so reas prioritrias para conservao, devido sua alta biodiversidade, mas que esto sob forte ameaa de degradao. Os hotspots possuem grande nmero de espcies endmicas, ou seja, espcies que s ocorrem naquela rea e em nenhum outro lugar no mundo.

Ao todo so 34 hotspots na Terra, sendo que o Brasil abriga dois deles: a Mata Atlntica e o Cerrado.

Última atualização em Qui, 25 de Outubro de 2012 21:41
 

Projetos

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Escrito por Juliana   
Sex, 19 de Outubro de 2012 14:36

Projetos

1. Reflorestamento:

Projetos que visam:

Minimizar os impactos ambientais;

Resgatar espcies florestais ameaadas ou em processo de vulnerabilidade;

Manuteno da biodiversidade e dos recursos hdricos;

Propiciar maior ndice de reflorestamento em reas de grande importncia ambiental;

Colaborar para a fixao da mo-de-obra no campo, sempre que possvel;

2. Arborizao Urbana: Vias Verdes

O plantio urbano visa:

Ruas e avenidas mais arborizadas e aprazveis;

Melhoria da paisagem rvores adaptadas e adequadas;

Proporcionar condies adequadas para a vida silvestre, avifauna e insetofauna;

Possibilitar uma melhor condio microclimtica;

Minimizar a poluio sonora no local;

Colaborar com a melhoria da qualidade de vida da comunidade de seu entorno;

Possibilitar uma ao efetiva com forte apelo social com sensibilizao dos moradores;

3. Consultorias Ambientais

Consultorias ambientais estratgicas;

Anlise do ciclo de vida de produtos e processos;

Gerao de medidas de mitigao para minimizar impactos;

Suporte para programas corporativos em sustentabilidade;

Estudos de viabilidade;

Comunicao para pblico externo;

Marketing ambiental; e

Palestras corporativas.

4. Educao Ambiental

Incorporar elementos da ecologia humana profunda nos nveis de percepo das diretorias, gerncias e colaboradores de empresas e instituies;

Sensibilizao para questes de longo prazo;

Cartilhas ambientais;

Treinamentos em campo, trilhas, plantios, dinmicas com gua.

5. Inventrio de Emisses de Gases de Efeito Estufa

A elaborao de inventrio de GEE visa:

Conhecer o perfil das emisses;

Integrar a economia de baixo carbono;

Estabelecer estratgias, planos e metas para gesto das emisses;

Gerenciar o impacto de suas atividades no tocante a mudanas climticas;

Reduzir os gases de efeito estufa emitidos pela empresa;

Antecipar um requerimento de mercado preparao para os marcos regulatrios;

Reduo de custos;

Competitividade internacional;

Transparncia;

Reforar um posicionamento claro e consistente em relao sustentabilidade,

Crescimento em equilbrio e harmonia entre as dimenses econmica, social e ambiental.

6. Poda e Supresso de Espcies Arbreas

A poda tcnica visa:

Possibilitar a cicatrizao correta da rvore;

Propiciar condies de desenvolvimento da rvore;

Zelar pela segurana das pessoas;

Destinar corretamente os resduos de poda.

7. Programas Estratgicos de Gesto em Sustentabilidade

Diagnstico de sustentabilidade da empresa,

Engajamento dosstockholders;

Elaborao de programas de apoio e de aes em sustentabilidade;

Promover aes de investimentos socioambientais privado;

Estreitar laos entre os colaboradores e a empresa em programas de voluntariado nos programas em sustentabilidade adotados; e

Alinhar os interesses na produo e cadeia de valores buscando equilbrio no impacto gerado pelas aes das empresas.

8. Consultorias Florestais

Recuperao de APPs;

Recuperao de reserva legal;

Elaborao dos mecanismos de criao de RPPNs;

Averbao da reserva legal de propriedades; e

Estmulo ao desenvolvimento de projeto agroflorestais, gerando florestas produtivas.

9. Implementao de Sistemas Agroflorestais

Produo florestal sustentvel

Utilizao de madeira,

Resinas usadas em processos industriais;

Extrao de elementos frmacos entre outras finalidades, consorciadas com outras atividades rurais;

Mudana de uso do solo e captao do elemento Carbono,

10. Anlises Botnicas

Laudo de Caracterizao de Vegetao;

Catalogao de espcies florestais;

Inventrio de espcies florestais;

Acompanhamento do desenvolvimento da sucesso florestal;

Anlise das condies fitossociolgicas de fragmentos florestais;

11. Monitoramento de fauna e flora

Levantamento e monitoramento de fauna;

Caracterizao de uma populao de fauna local,;

Licenciamento ambiental;

Traar estratgias tcnicas favorveis;

Captura de fauna;

12. Gesto em guas

Minimizar o uso;

Anlise do barramento em curso dgua com ou sem captao;

Captao de gua por meio de poo tubular (poo artesiano), poo manual ou cisterna;

Captao em nascente;

Lanamento e anlise qumica de efluentes.

 

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Escrito por Juliana   
Sex, 19 de Outubro de 2012 14:27

Decreto 216de 5 de junho de 2009 -INSTITUI O PLANO DE ARBORIZAO URBANA NO MUNICPIO DE SO CARLOS, E D OUTRAS PROVIDNCIAS.

OSWALDO B. DUARTE FILHO, Prefeito Municipal de So Carlos, no uso de suas atribuies legais, e tendo em vista o que consta do processo protocolado sob o no 14.067/09,

CONSIDERANDO que a arborizao urbana da cidade fator indispensvel para qualidade ambiental, contribuindo para a sadia qualidade de vida da populao;

CONSIDERANDO a importncia da participao da populao na Gesto Pblica Municipal;

CONSIDERANDO o Princpio da Sustentabilidade;

DECRETA:

Art. 1 Fica institudo o Plano de Arborizao Urbana (PDAU), instrumento de planejamento municipal para a implantao da poltica de plantio, preservao, manejo e expanso da arborizao na cidade.

Art. 2 Constituem objetivos do Plano de Arborizao Urbana:

I. definir as diretrizes de planejamento, implantao e manejo da arborizao urbana;

II. promover a arborizao como instrumento de desenvolvimento urbano e qualidade de vida;

III. implementar e manter a arborizao urbana visando a sadia da qualidade de vida e o equilbrio ambiental;

IV. estabelecer critrios de monitoramento dos rgos pblicos e privados cujas atividades tenham reflexos na arborizao urbana;

V. orientar, integrar e envolver a populao, com vistas manuteno e a preservao da arborizao urbana.

Art. 3 A implementao do Plano de Arborizao Urbana, ficar a cargo da Coordenadoria de Meio Ambiente e da Secretaria Municipal de Servios Pblicos e da Secretaria Municipal de Habitao e Desenvolvimento Urbano, nas questes relativas elaborao, anlise e implantao de projetos e manejo da arborizao urbana.

Art. 4 Para os fins previstos neste Decreto, entende-se por:

I. Arborizao Urbana: conjunto de exemplares arbreos e/ou arbustivos que compe a vegetao localizada em rea urbana;

II. Manejo: intervenes aplicadas arborizao, mediante o uso de tcnicas especficas, com o objetivo de mant-la, conserv-la e adequ-la ao ambiente;

III. Plano de Manejo: instrumento de gesto ambiental que determina a metodologia a ser aplicada no manejo da arborizao, no que diz respeito ao planejamento das aes, aplicao de tcnicas de implantao e de manejo, estabelecimento de cronogramas e metas, de forma a possibilitar a implantao do Plano de Arborizao Urbana;

IV. Espcie Nativa: espcie vegetal endmica que inata numa determinada rea geogrfica, no ocorrendo naturalmente em outras regies;

V. Espcie Extica: planta que introduzida em uma rea onde no existia originalmente;

VI. Espcie Extica Invasora: espcie vegetal que ao ser introduzida se reproduz com sucesso, resultando no estabelecimento de populaes que se expandem e ameaam ecossistemas, habitats ou espcies com danos econmicos e ambientais;

VII. Biodiversidade: variabilidade ou diversidade de organismos vivos existentes em uma determinada rea;

VIII. Fenologia: estudo das relaes entre processos ou ciclos biolgicos e o clima e fotoperodo; ou estudo da apario de fenmenos peridicos no ciclo natural de organismos;

IX. rvores Matrizes: indivduos arbreos selecionados, com caractersticas morfolgicas exemplares, que so utilizados como fornecedores de sementes, ou de propgulos vegetativos, com o objetivo de reproduzir a espcie;

X. Propgulo: qualquer parte de um vegetal capaz de multiplic-lo ou propag-lo vegetativamente, como por exemplo, fragmentos de talo, ramo ou estruturas especiais;

XI. Inventrio: quantificao e qualificao de uma determinada populao atravs do uso de tcnicas estatsticas de abordagem;

XII. Banco de Sementes: coleo de sementes de diversas espcies arbreas armazenadas;

XIII. Fuste: poro inferior do tronco de uma rvore, desde o solo at a primeira insero de galhos;

XIV. Estipe: caule das Palmeiras, compreendendo desde a insero com o solo at a gema que antecede a copa.

Art. 5 So diretrizes do Plano de Arborizao Urbana:

I. estabelecer um Programa ou Plano de Arborizao, considerando as caractersticas de cada regio da cidade;

II. respeitar o planejamento virio previsto para a cidade, nos projetos de arborizao;

III. planejar a arborizao conjuntamente com os projetos de implantao de infra-estrutura urbana, em casos de abertura ou ampliao de novos logradouros pelo Municpio e redes de infra-estrutura subterrnea, compatibilizando-os antes de sua execuo;

IV. efetuar plantios somente em ruas cadastradas pela Secretaria Municipal de Habitao e Desenvolvimento Urbano, com o passeio pblico definido e meio-fio existente;

V. utilizar a arborizao na revitalizao de espaos urbanos j consagrados, como pontos de encontro, incentivando eventos culturais na cidade;

VI. planejar ou identificar a arborizao existente tpica, como meio de tornar a cidade mais atrativa ao turismo, entendida como uma estratgia de desenvolvimento econmico;

VII. compatibilizar e integrar os projetos de arborizao de ruas com os monumentos, prdios histricos ou tombados, e detalhes arquitetnicos das edificaes;

VIII. utilizar predominantemente espcies nativas em projetos de arborizao de ruas, avenidas e de terrenos privados, com vistas a promover a biodiversidade, vedando-se o plantio de espcies exticas invasoras;

IX. diversificar as espcies utilizadas na arborizao pblica e privada como forma de assegurar a estabilidade e a preservao do sistema de arborizao urbana;

X. estabelecer programas de atrao da fauna na arborizao de logradouros que constituem corredores de ligao com reas verdes adjacentes;

XI. projetos de loteamentos urbanos, devero ser atendidas as diretrizes da Secretaria Municipal de Habitao e Desenvolvimento Urbano;

XII. aprovao de projetos de arborizao viria;

XIII. manuteno/substituio de redes de infra-estrutura subterrnea existentes, devero ser adotados cuidados e medidas que compatibilizem a execuo do servio com a proteo da arborizao;

XIV. informatizar todas as aes, dados e documentos referentes arborizao urbana, com vistas a manter o cadastro permanentemente atualizado, mapeando todos os exemplares arbreos.

1 A distribuio de mudas florestais populao, por empresas pblicas ou privadas, devem ser solicitadas aos rgos competentes da Prefeitura Municipal de So Carlos, vinculados ao Plano de Arborizao Urbana.

2 Nas reas de preservao permanente urbanas (APPs urbanas) sero obedecidas as normas da legislao federal, estadual e municipal.

Art. 6 A Coordenadoria de Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Educao devero desenvolver programas de educao ambiental com vistas a:

I. informar e sensibilizar a comunidade da importncia da preservao da arborizao urbana;

II. reduzir a depredao e o nmero de infraes administrativas relacionadas a danos vegetao;

III. estabelecer convnios ou intercmbios com universidades, com intuito de pesquisar e testar espcies arbreas para o melhoramento vegetal quanto resistncia, diminuio da poluio, controle de pragas e doenas, entre outras;

IV. conscientizar a populao da importncia da rea permevel em torno de cada rvore, vegetando-os com grama ou forrao;

V. conscientizar a comunidade da importncia do plantio de espcies nativas, visando a preservao do equilbrio ecolgico.

Pargrafo nico. Para viabilizar os programas de educao ambiental, bem como a implantao e manuteno da arborizao urbana, os rgo da Administrao podero compartilhar o planejamento e a execuo de aes e projetos com a sociedade em parcerias pblicas e/ou privadas.

Art. 7 Caber ao Horto Municipal, dentre outras atribuies:

I. produzir mudas visando atingir os padres mnimos estabelecidos para plantio em vias pblicas;

II. planejar a produo de mudas de acordo com o cronograma de plantio do municpio;

III. identificar e cadastrar rvores matrizes, para a produo de mudas e sementes;

IV. implementar um banco de sementes;

V. testar espcies com predominncia de nativas no-usuais, com o objetivo de introduzi-las na arborizao urbana;

VI. difundir e perpetuar as espcies vegetais nativas;

VII. promover o intercmbio de sementes e mudas;

VIII. conhecer a fenologia das diferentes espcies arbreas cadastradas.

Art. 8 Caber a Coordenadoria de Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Servios Pblicos a vistoria tcnica peridica para a realizao de manejo e conservao.

Art. 9 As supresses de rvores em reas pblicas ou privadas devero ser previamente autorizadas pela Coordenadoria de Meio Ambiente.

1 As diretrizes e critrios para as supresses de rvores sero elaboradas pela Coordenadoria de Meio Ambiente e submetidas apreciao do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente - COMDEMA.

2 Caso seja constatada a presena de nidificao habitada nos vegetais a serem removidos, transplantados ou podados, estes procedimentos devero ser adiados at o momento da desocupao dos ninhos.

Art. 10. Em caso de supresso obrigatria a compensao conforme orientao da Coordenadoria de Meio Ambiente.

Art. 11. A Coordenadoria de Meio Ambiente poder eliminar, a critrio tcnico, as mudas nascidas no passeio pblico ou indevidamente plantadas, no caso de espcies incompatveis com o Plano de Arborizao Urbana.

Art. 12. A Prefeitura Municipal atravs das Secretarias competentes dever promover a capacitao permanente da mo-de-obra, para a manuteno das rvores do Municpio.

Pargrafo nico - Quando se tratar de mo-de-obra terceirizada, a Secretaria Municipal de Servios Pblicos exigir comprovao da capacitao para trabalhos em arborizao.

Art. 13. A poda de razes s ser possvel, se executada em casos especiais, mediante a presena de tcnicos da Coordenadoria de Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Servios Pblicos; ou de profissionais legalmente habilitados, sob orientao dos rgos competentes.

Art. 14. As podas de ramos quando necessrias por oferecerem riscos manuteno da infra-estrutura urbana podero ser efetuadas por terceiros somente sob autorizao de tcnicos habilitados da Coordenadoria de Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Servios Pblicos.

Art. 15. Os restos de podas e/ou supresses devero ter destinao ambientalmente adequada passando por processos de re-utilizao ou reciclagem, sendo preferencialmente entregues para grupos de catadores organizados que historicamente atuam neste mister.

Art. 16. Os transplantes vegetais, quando necessrios, devero ser avaliados pela Coordenadoria de Meio Ambiente, ficando a execuo a cargo, Secretaria Municipal de Servios Pblicos, conforme a legislao vigente, exceto relacionado s reas particulares, cabendo Coordenadoria de Meio Ambiente e Secretaria Municipal de Servios Pblicos definirem o local de destino dos transplantes.

Art. 17. A qualquer tempo, quando houver alteraes das condies do vegetal transplantado, inclusive morte do mesmo, o responsvel tcnico dever apresentar relatrio informando sobre as provveis causas das alteraes ou morte do vegetal transplantado.

Art. 18. O local de destino do vegetal transplantado, incluindo passeio, meio-fio, redes de infraestrutura, canteiros, vegetao e demais equipamentos pblicos, dever permanecer em condies adequadas aps o transplante, cabendo ao responsvel pelo procedimento, a sua reparao e/ou reposio, em caso de danos decorrentes do transplante.

Art. 19. O Plano de Manejo dever ser elaborado pela Coordenadoria de Meio Ambiente em conjunto com a Secretaria Municipal de Servios Pblicos e a Secretaria Municipal de Habitao e Desenvolvimento Urbano, atendendo aos seguintes objetivos:

I. diagnosticar a populao de rvores da cidade por meio de inventrio, que caracterize qualitativa e quantitativamente a arborizao urbana, mapeando o local e a espcie na forma de cadastro informatizado, executar este inventrio a cada quatro anos;

II. definir zonas, embasado nos resultados do diagnstico, com objetivo de caracterizar diferentes regies do municpio, de acordo com as peculiaridades da arborizao e meio ambiente que a constitui, para servir de base para o planejamento de aes e melhoria da qualidade ambiental de cada zona;

III. definir metas anuais de implantao do Plano de Arborizao Urbana, com cronogramas de execuo de plantios e replantios;

IV. elencar as espcies a serem utilizadas na arborizao urbana nos diferentes tipos de ambientes urbanos, de acordo com as zonas definidas, os objetivos e diretrizes do Plano de Arborizao Urbana;

V. identificar com base no inventrio, a ocorrncia de espcies indesejadas na arborizao urbana, e definir metodologia de substituio gradual destes exemplares (espcies txicas, sujeitas a organismos patgenos tpicos, rvores ocas comprometidas), com vistas a promover a revitalizao da arborizao;

VI. desenvolver aes preventivas e promover o combate de pragas e doenas das rvores e plantas ornamentais, preferentemente atravs de controle biolgico;

VII. dimensionar equipes e equipamentos necessrios para o manejo da arborizao urbana, embasado em planejamento prvio a ser definido;

VIII. identificar reas potenciais para novos plantios, estabelecendo prioridades e hierarquias para a implantao, priorizando as zonas menos arborizadas;

IX. estabelecer outros critrios tcnicos de manejo no citados no plano de arborizao urbana.

Art. 20. Os estacionamentos de veculos, ao ar livre, devero ser arborizados, por espcies adequadas, devendo ser consultados os rgo pblicos responsveis previstos neste Decreto.

Art. 21. As obras pbicas e privadas devero contemplar cronograma integrado do plantio da arborizao.

Art. 22. Os canteiros centrais dos logradouros pblicos recebero arborizao adequada.

Art. 23. O planejamento, implantao e o manejo da arborizao em loteamentos horizontais a serem implementados devero atender s diretrizes da Lei Municipal n. 13.332, de 27 de maio de 2004.

Art. 24. O projeto de arborizao dever atender as especificaes constantes no Anexo 01 deste Decreto.

Art. 25. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicao.

So Carlos, 5 de junho de 2009.

OSWALDO B. DUARTE FILHO

Prefeito Municipal

Registre-se na Diviso de Expediente e Publique-se

ROSOE FRANCISCO DONATO

Secretrio Municipal de Planejamento e Gesto

ANEXO 01

1 - ESPECIFICAES DE MUDA PARA PLANTIO:

a) Especificaes mnimas das mudas para plantios em vias pblicas

Altura do fuste: mnimo 1,5 m

Altura total: mnimo 2,0 metros

DAP: 0,02 m

b) Palmeiras

Altura do estipe: 2,0 metros

Altura total: 3,0 metros

DAP: 0,15 m

Estar livre de pragas e doenas;

Possuir razes bem formadas e com vitalidade;

Estar viosa e resistente, capaz de sobreviver a pleno sol;

Ter sido exposta a pleno sol no viveiro pelo perodo mnimo 6 meses;

Possuir fuste retilneo, rijo e lenhoso sem deformaes ou tortuosidades que comprometam o seu uso na arborizao urbana;

O sistema radicular deve estar embalado em saco plstico, em bombonas plsticas ou em lata;

A embalagem deve conter no mnimo 14 litros de substrato.

2 - ESPECIFICAES DE PLANTIO E MANUTENO:

A execuo do plantio dever ser feita obedecendo aos seguintes critrios:

I - providenciar abertura da cova com dimenses mnimas de 60 cm de altura, largura e profundidade;

II - retirar o substrato, que sendo de boa qualidade, poder ser misturado na proporo de 1:1 com composto orgnico para preenchimento da cova; sendo de m qualidade, dever ser substitudo integralmente por terra orgnica;

III - o tutor dever ser cravado no fundo da cova, o qual ser fixado com uso de marreta; posteriormente, dever se preencher parcialmente a cova com o substrato preparado, posicionando-se ento a muda, fazer amarrao em 8, evitando a queda da planta por ao do vento, ou seu dano por fixao inadequada do tutor;

IV - a muda com fuste bem definido deve ser plantada na mesma altura em que se encontrava no viveiro, no enterrar o caule ou deixar as razes expostas;

V - aps o completo preenchimento da cova com o substrato, dever o mesmo ser comprimido por ao mecnica, sugerindo-se um pisotear suave para no danificar a muda;

VI - deve-se dar preferncia ao plantio de espcies de porte arbreo. Em casos que no comportar o porte arbreo, os tcnicos da Coordenadoria de Meio Ambiente e da Secretaria de Servios Pblicos indicaro as espcies arbustivas apropriadas;

VII - a muda dever receber irrigao, pelo menos trs vezes por semana, em perodos cuja temperatura mdia ultrapasse os 25 C, ou que no haja precipitao de chuvas; nos demais perodos, a irrigao poder ser realizada com periodicidade reduzida para duas vezes por semana, pelo perodo mnimo de um 1 (um) ano;

VIII - critrio tcnico, a muda poder receber adubao orgnica suplementar por deposio em seu entorno;

IX - devero ser eliminadas brotaes laterais, principalmente basais, evitando a competio com os ramos da copa por nutrientes e igualmente evitando o entouceiramento;

X dever ser realizada a retificao peridica do tutoramento das mudas;

XI - em caso de morte ou supresso de uma muda, a mesma dever ser reposta em um perodo de no mximo 6 (seis) meses.

3 - DISTNCIAS ENTRE RVORES E ELEMENTOS URBANOS:

5,0 m da confluncia do alinhamento predial da esquinas;

8,0 m dos semforos;

2,0 m das bocas-de-lobo e caixas de inspeo;

1,0 m de entrada de veculos;

4,0 m de ponto de nibus;

4,0 m de postes e transformadores;

5,0 m de placas de sinalizao;

3,0 m de hidrantes;

3,0 a 6,0 m de distncia entre rvores, de acordo com o porte da espcie arbrea;

0,5 m do meio-fio virio, exceto em canteiros centrais;

0,5 m das redes de gua e esgoto;

Nos locais onde o rebaixamento de meios-fios for contnuo, dever ser plantada uma rvore a cada 7 m, atendendo s distncias e aos padres estabelecidos.

4 - ESPECIFICAES DOS PASSEIOS PBLICOS:

a) Nos passeios pblicos o proprietrio do imvel dever atender a legislao vigente e construir um canteiro em torno de cada rvore de seu lote, atendendo aos seguintes critrios:

I manter dimenses mnimas de 1,00 m x 2,50 m sem pavimentao;

II - vegetar o canteiro com grama, forrao ou cobrir com material permevel (pedrisco ou pedregulho).

b) Nos canteiros em que as razes das rvores estiverem aflorando alm de seus limites, os proprietrios dever mediante orientao tcnica da Coordenadoria de Meio Ambiente e/ou da Secretaria Municipal de Servios Pblicos:

I - ampliar a rea do canteiro;

II - executar obras para adequar o canteiro forma de exposio das razes.

Pargrafo nico. A poda de razes s admitida em casos devidamente avaliados pela Coordenadoria de Meio Ambiente e/ou da Secretaria Municipal de Servios Pblicos, conforme artigo 13.

Nas reas privadas devero ser atendidas as condies apontadas no item a, permitindo-se, no entanto, canteiros com dimenses compatveis com o espao, diferenciadas no mnimo 1,5 m, adequados ao porte do vegetal.

5 - ESPECIFICAES PARA TRANSPLANTES:

I - O perodo mnimo de acompanhamento profissional do vegetal transplantado ser de doze meses, devendo ser apresentado relatrio pelo responsvel tcnico, informando as condies do(s) vegetal (is) transplantado (s), e o local de destino do (s) mesmo (s), acompanhado de registro fotogrfico, assim definido:

a) at 3 (trs) dias teis aps a realizao do transplante;

b) aps 30 (trinta) dias da realizao do transplante;

c) aps 90 (noventa) dias da realizao do transplante;

d) aps 6 (seis) meses da realizao do transplante;

e) aps 12 (doze) meses da realizao do transplante;

6. LISTA DE ESPCIES INDICADAS PARA USO EM ARBORIZAO URBANA

Folhas:

P: perene

D: decdua

S: semi-decdua

I Para uso em passeios pblicos sob fiao eltrica:

Nome cientfico Nome popular

Nativa / Extica

Porte

(m) Folhas Obs.

Acacia podaliriaefolia Accia Mimosa Extica 5-7 P Flor amarela

Bixa orellana Urucum Nativa 3-5 P Flor rosa

Brunfelsia uniflora Manac de Jardim Nativa 3-5 P Flores rosas e brancas

Callicarpa reevesii Calicarpa Extica 7-10 D Flor rosa

Callistemon viminalis Escova de Garrafa Extica 5-7 P Flor vermelha

Campomanesia phaea Cambuci Nativa 3-5 S Flor branca

Cassia bicapsularis Canudo de Pito Nativa 3-5 P Flor amarela

Cassia excelsa Cssia Excelsa Nativa 6-9 D Flor amarela

Dictyoloma vandellianum Tingui Nativa 4-7 P Flores brancas

Diospyros inconstans Maria Preta Nativa 6-9 P

Dombeya wallichii Astrapia Extica 5-7 P Flor rosa

Eugenia uniflora Pitanga Nativa 6-12 S Flor minscula, fruto comestivel

Grevilea banksii Grevilha An Extica 3-6 P Flor vermelha

Jacaranda puberula Carobinha Nativa 4-7 D Flor roxa

Lagerstroemia indica Resed Extica 3-5 D Flor rosa e branca

Myrcia rostrata Guamirim da Folha Fina Nativa 4-8 S Flor branca

Plumeria rubra Jasmim Manga Extica 4-6 D Flor vermelhas-escuras

Stiffia crysantha Diadema Nativa 3-5 P Flor amarela

Tabebuia chrysotricha Ip Amarelo Cascudo Nativa 4-10 D Flor amarela

Tabebuia insignis Ip Branco do Brejo Nativa 4-7 D Flor branca

Tibouchina candolleana Quaresmeira da Serra Nativa 4-6 S Flor rosa e roxa

Tibouchina granulosa Quaresmeira Rosa Nativa 8-12 S Flor rosa e roxa

II Para uso em passeios pblicos desprovidos de fiao eltrica:

Nome cientfico Nome popular

Nativa / Extica

Porte

(m) Folhas Obs.

Bauhinia variegata Unha de Vaca Extica 5-7 P Flor amarela

Callicarpa reevesii Calicarpa Extica 7-10 D Flor rosa

Cassia ferruginea Canafstula Nativa 8-15 D Flor amarela

Cassia fistula Cssia Imperial Extica 10-15 D Flor amarela

Cassia javanica Cssia Rosa Extica 10-12 S Flor rosa

Eugenia uniflora Pitanga Nativa 6-12 S Flor minscula, fruto comestivel

Hovenia dulcis Uva Japonesa Extica 10-15 D Flor amarela, fruto comestvel

Jacaranda brasiliana Caroba Nativa 4-10 D Flor roxa

Jacaranda cuspidifolia Jacarand de Minas Nativa 5-10 D Flor roxa

Koelreuteria paniculata rvore da china Extica 10-12 C Flor amarela

Lagerstroemia speciosa Resed Gigante Extica 7-10 D Flor rosa

Licania tomentosa Oiti Nativa 8-15 P Flor minscula

Ligustrum lucidum Alfeneiro Extica 7-10 P Flor minscula

Lophantera lactescens Lofntera Nativa 10-20* S Flor amarela

Luehea divaricata Aoita Cavalo Nativa 15-25* D Flor amarela

Melaleuca leucadendron Melaleuca Extica 10-15* P Flor branca

Tabebuia chrysotricha Ip Amarelo Cascudo Nativa 4-10 D Flor amarela

Tabebuia chrysotricha Ip Amarelo Cascudo Nativa 12-20* D Flor amarela

Tabebuia heptaphylla Ip Roxo Nativa 10-20* D Flor roxa

Tabebuia impetiginosa Ip Roxo Nativa 8-12 D Flor roxa

Tabebuia roseo-alba Ip Branco Nativa 7-16 D Flor branca

Thevetia thevetioides Chapu de Napoleo Extica 7-10 P Flor amarela

Tibouchina candolleana Quaresmeira da Serra Nativa 4-6 S Flor rosa e roxa

Tibouchina granulosa Quaresmeira Rosa Nativa 8-12 S Flor rosa e roxa

*espcies utilizadas para passeios com largura maior que 4 metros.

III Para uso em estacionamentos:

Nome cientifico Nome popular

Nativa / Extica

Porte

(m) Folhas Obs.

Apuleia leiocarpa Grpia Nativa 25-35 D Flor branca

Azaderachta indica Niim Extica 15-20 D Flor branco-creme

Caesalpinia echinata Pau-brasil Nativa 8-12 SD Flor amarela

Caesalpinia peltophoroides Sibipiruna Nativa 8-16 SD Flor amarela

Cssia bakeriana Cssia rsea Extica 12-15 SD Flor rosa

Cassia ferruginea Chuva de ouro Nativa 8-15 D Flor amarela

Cssia fistula Cssia imperial Extica 10-15 D Flor amarela

Cassia leptophylla Falso-bartimo Nativa 8-10 P Flor amarelada

Cedrella fissilis Cedro Nativa 20-35 D Flor amarelada

Cupania vernalis Camboat-vermelho Nativa 10-22 SD Flor pequena amarelada

Erytrhrina falcata Corticeira-da-serra Nativa 20-30 D Flor vermelha

Jacarand mimosifolia Jacaranda mimoso Extica 12-15 D Flor roxa

Koelreuteria bipinnata rvore da China Extica 10-12 D Flor amarela

Lagerstroemia speciosa Reseda gigante Extica 7-10 D Flor rosa

Ligustrum lucidum Alfeneiro Extica 7-10 P Flor branca

Lonchocarpus campestris Angelim-bravo Nativa 5-12 D Flor branca

Luehea divaricata Aoita Cavalo Nativa 15-25 D Flor amarela

Machaerium stipitatum Canela-do-brejo Nativa 10-20 SD Flor pequena

Melia azedarach Cinamomo Extica 15-20 D Flor lils-rosa

Nectandra megapotamica Canelinha Nativa 15-25 D Flor amarela

Nectranda rigida Canela-ferrugem Nativa 15-20 P Flor branca

Nectranda rigida Canela-ferrugem Nativa 15-20 P Flor pequena

Parapiptadenia rigida Angico-vermelho Nativa 13-10 D Flor amarelada

Patagonula americana Guajuvira Nativa 10-25 D Flor branca

Peltophorum dubium Canafstula Nativa 15-25 D Flor amarela

Poecilanthe parviflora Corao-de-negro Nativa 15-25 P Flor branca

Rapanea umbellata Capororoca Nativa 5-15 P Flor pequena

Roupala brasiliensis Carvalho-brasileiro Nativa 15-25 D Flor amarelada

Senna multijuga Aleluia Nativa 6-10 D Flor amarela

Tamarindus indica Tamarindo Extica 10-15 SD Flor amarelada

Thevetia thevetioides Chapu de Napoleo Extica 7-10 SD Flor amarela

Tibouchina granulosa Quaresmeira Nativa 8-12 sd Flores rosas/roxa

Trichilia clausenii Catigu Nativa 6-12 SD Flor amarelada

IV Palmeiras para uso em canteiros centrais:

Nome cientfico Nome popular

Nativa / Extica

Porte

(m)

Archontophoenix cunninghamii Palmeira real, seafortia Extica 8-10

Buti capitata Buti Nativa 4-5

Trithrinax brasiliensis Buriti-palito Nativa 2-13

Caryota urens Cariota Extica 12-20

Syagrus romanzoffiana Jeriv Nativa 7-15

Dypsis decary Palmeira triangulo Extica 3-6

Trachycarpus fortunei Palmeira moinho de vento Extica 5-10

Washingtonia robusta Palmeira de leque do mxico Extica 15-22

Washingtonia filifera Palmeira-da-califrnia Extica 10-15

Roystonea oleracea Palmeira-imperial Extica 18-40

Euterpe edulis Palmiteiro Nativa 5-12

Phoenix roebelinii Tamareira de jardim Extica 2-4

Sabal palmetto Sabal da flrida Extica 6-20

Phoenix canariensis Tamareira-das-cancanrias Extica 12-15

Phoenix dactylifera Tamareira Extica 15-30

VI Espcies de utilizao restrita em arborizao urbana*:

Nome cientfico Nome popular

Leucaena Leucena

Ficus benjamina Ficus

Ficus elstica Falsa Seringueira

* Tais espcies s podero ser plantadas com prvia autorizao da Coordenadoria de Meio Ambiente

Este texto no substitui o publicado no Jornal "Primeira Pgina" de 06/06/09

Última atualização em Qui, 25 de Outubro de 2012 21:51
 

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

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Escrito por Juliana   
Qua, 17 de Outubro de 2012 20:40

A ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

Diante da constatao de fenmenos de mudanas climticas, as empresas e o mercado comearam a se mobilizar rumo a uma economia de baixo carbono, avaliando riscos, oportunidades, discutindo solues prticas. Essa movimentao corporativa motivada por: competitividade internacional, antecipao de marco regulatrio, reduo de custos, transparncia, oportunidades de gerar crditos em carbono, etc.

O aumento da concentrao dos Gases de Efeito Estufa (GEEs) lanados na atmosfera pela ao humana diretamente ligado ao aquecimento global; principalmente pela queima de combustveis fsseis e de florestas. Esses gases, que se concentram na alta atmosfera, formam uma espcie de capa que no permite dissipar o calor da radiao solar, fenmeno conhecido como efeito estufa. Existem vrias maneiras de reduzir as emisses dos gases de efeito estufa, mas, primeiramente, antes de reduzir, faz-se necessrio mensurar o impacto das atividades diretas e indiretas da empresa.

preciso conhecer e quantificar aquilo que precisamos gerir"

Do ponto de vista da quantificao dos GEEs que so lanados na atmosfera, importante saber quais so eles, quanto emitimos em nossas atividades, quais os mais perigosos para o ambiente e como podemos estabelecer planos e metas para gesto e reduo das emisses de GEEs. Neste processo, a elaborao de inventrios de GEEs permite s empresas enxergarem oportunidades de novos negcios no mercado de carbono, atrair novos investimentos, ou ainda, planejarem processos que garantam eficincia econmica, energtica ou operacional.

As razes para empresas elaborarem inventrios de emisso de gases de efeito estufa so vrias, as principais so: antecipao de um requerimento de mercado; posicionamento claro e consistente em relao sustentabilidade; gerenciamento e reduo de GEEs, demonstrao de liderana e responsabilidade de grupo, exigncia de acionistas, clientes, mercado, etc.

Mas afinal, quais so os gases de efeito estufa?

Existem vrios gases de efeito estufa, os principais esto disciplinados no Protocolo de Kyoto e so: CO2, CH4, N2O, HFC, HFE, PFC; os quais devem ser reportados obrigatoriamente, para fins do inventrio. Cada gs tem um potencial de aquecimento global (PAG ou GWP em ingls), o PAG um coeficiente que utiliza como referncia o CO2 = 1, assim, os gases so mensurados em CO2e (dixido de carbono equivalente). Alm dos seis principais gases listados na tabela abaixo, o inventrio de GEEs pode prever, de forma separada, gases tratados pelo Protocolo de Montreal, como NOx, e CFC, por exemplo.

Por este motivo, a participao importante para identificar e reportar, alm da queima dos combustveis fsseis, os processos, materiais e produtos industriais utilizados especificamente no setor em questo. Uma vez que alguns processos que podem gerar quantidades significativas de GEEs, como por exemplo, espumas rgidas e moldadas (hidrofluorcarbonos HFC-134-a); vazamento de sistemas de refrigerao (HFC-125, HFC-143a); alguns solventes; uso de explosivos; vazamento de transformadores, e outros equipamentos eltricos (SF6); processo de solda, etc. Neste sentido, o relatrio ser mais detalhado e preciso, quanto maior o entendimento sobre processos e materiais industriais utilizados.

Um inventrio de GEEs nada mais do que fazer a contabilidade e organizar os dados sobre emisses com base em padres e protocolos e atribuir sua responsabilidade sobre essas emisses.

Mas por que tornar pblico dados sobre as emisses de GEEs?

Muitos dos benefcios associados aos inventrios de emisses de GEEs s existem se a informao se torna pblica. Essa prestao de contas s partes interessadas garante transparncia sobre dados de alta relevncia para a sociedade, que se depara com o desafio de combater o aquecimento global. A credibilidade de uma empresa e uma boa imagem corporativa pode ser garantida por essa simples ao de publicar dados a respeito de sua pegada carbnica em seu relatrio anual e outros meios de comunicao, uma vez que esta publicidade que j comea a ser exigida por normas, mercado e governos.

Última atualização em Qua, 17 de Outubro de 2012 20:48
 

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Escrito por Juliana   
Ter, 16 de Outubro de 2012 16:46

Plantas txicas: lindas e letais

Um bom projeto paisagstico deve ser consciente, escolhendo espcies belas, mas que no causem danos s pessoas, principalmente s crianas. Infelizmente, nos deparamos com muitas plantas txicas inapropriadamente utilizadas em projetos paisagsticos de escolas infantis, condomnios, residncias, fazendas, em arborizao urbana, etc.

A maioria das pessoas no sabe identificar as plantas txicas mais comuns e consideram simplesmente a aparncia das plantas no plantio, e, sem querer, podem estar armando uma armadilha para seus entes mais queridos. Algumas plantas extremamente ornamentais so to belas quanto letais, como o caso da espirradeira, to linda, to comum e to fatal... sua toxidade to alta que pode causar morte de adultos, crianas, caramujos e podem intoxicar cadeias alimentares de animais. J tivemos mais de uma oportunidade de visualizar espirradeiras plantadas ao lado de tanquinhos de areias em escolas infantis e clubes de recreao, bem a mo de qualquer criana pequena. Sempre que nos deparamos com esse tipo de situao, avisamos o responsvel que, ao saber do perigo, normalmente opta por retirar a planta do local.

Assim, fizemos abaixo um resumo das caractersticas, juntamente com uma foto e a ficha tcnica das plantas mais comuns que podem causar algum tipo de toxidade.

Ao final do texto, trazemos algumas medidas preventivas e fatos sobre intoxicao vegetal.



PALMEIRA RABO DE PEIXE

Nome popular: Palmeira Rabo de Peixe

Procedncia: Extica originria ndia e Malsia

Nome cientfico: Caryota mitis

Famlia: Arecaceae

Parte txica: fruto

Sintomas: sensao extremamente dolorosa na boca e que, em contacto com a pele e olhos, pode causar queimaduras graves

Princpio ativo: Oxalato de clcio


ESPIRRADEIRA

Nome popular: oleandro, louro rosa.

Procedncia: Extica originria do norte da frica, do leste do Mediterrneo e do sul da sia. muito comum em Portugal e no Brasil, quer espontnea quer cultivada

Famlia: Apocynaceae.

Nome cientfico: Nerium oleander L.

Parte txica: todas as partes da planta.

Sintomas: a ingesto ou o contato com o ltex podem causar dor em queimao na boca, salivao, nuseas, vmitos intensos, clicas abdominais, diarria, tonturas e distrbios cardacos que podem levar a morte.

Princpio ativo: glicosdeos cardiotxicos

MEDIDAS PREVENTIVAS

1 - Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianas.

2 - Conhea as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome e caractersticas.

3 - Ensine as crianas a no colocar plantas na boca e no utiliz-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).

4 - No prepare remdios ou chs caseiros com plantas sem orientao mdica.

5 - No coma folhas, frutos e razes desconhecidas. Lembre-se de que no h regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.

6 - Tome cuidado ao podar as plantas que liberam ltex provocando irritao na pele e principalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a ser manuseados por crianas; quando estiver lidando com plantas venenosas use luvas e lave bem as mos aps esta atividade.

7 - Em caso de acidente, procure imediatamente orientao mdica e guarde a planta para identificao.

8 - Em caso de dvida ligue para o Centro de Intoxicao de sua regio.

fonte: www.redegoverno.gov.br

Intoxicao de Origem Vegetal

Segundo dados do Ministrio da Sade, ocorrem cerca de 2.000 casos de intoxicaes por plantas no Brasil. Destes, cerca de 70% ocorrem com crianas.

As crianas com idades entre 0 e cinco de anos de idade intoxicam-se, geralmente, com plantas cultivadas em vasos dentro das residncias. Entreas principais plantas causadoras de intoxicaes nessa faixa etria esto o comigo-ningum-pode o antrio e o tinhoro. Nas clulas das folhas e dos caules dessas plantas existem uma grande quantidade de cristais de oxalato de clcio na forma de agulhas que perfuram a boca da crianaquando estas ingerem partes dessas plantas.

Os casos de intoxicaes com crianas que possuem entre 06 e 12 anos ocorrem principalmente com a coroa-de-cristo, o pinho-branco, o pinhoroxo a mamona e o chapu-de-napoleo.

As intoxicaes entre os adultos tambm so frequentes, sendo causados, principalmente, pelo uso inadequado de plantas medicinais, pelo uso deplantas alucingenas e abortivas. Entre as plantas txicas que maiscausam intoxicaes nos adultos podem ser citadas a buchinha e a saiabranca (beladona)

Última atualização em Qua, 17 de Outubro de 2012 20:37
 
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