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At h pouco tempo, os principais instrumentos para proporcionar a conservao da diversidade biolgica in situ, sobre a qual o Estado exerce o direito de posse e controle, eram as unidades de conservao pblicas. O conceito de corredores ecolgicos ou corredores de biodiversidade relativamente novo, inicialmente colocado em prtica nos Montes Apalaches, ao leste dos Estados Unidos, e no havia outros exemplos de sua utilizao. Hoje a estratgia de corredores vem sendo implementada em vrios pases do mundo, especialmente naqueles em desenvolvimento.

"Corredor ecolgico", usado pelo Projeto Corredores Ecolgico do Ministrio do Meio Ambiente, ou "corredor de biodiversidade", refere-se mesma estratgia de gesto da paisagem. Nessa concepo, englobam todas as reas protegidas e os interstcios entre elas. Os cordes de vegetao nativa que conectam fragmentos definidos como corredores ecolgicos no Sistema Nacional de Unidades de Conservao - SNUC, so um dos componentes dos corredores, mas no o nico.

Unidades de conservao (UCs), so espaos territoriais e seus componentes, abrangem as guas jurisdicionais, com caractersticas naturais relevantes, legalmente institudas pelo poder pblico, com objetivos de preservao/conservao e limites definidos, sob regime especial de administrao, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteo. As unidades de conservao podem ser de uso indireto quando no envolvem consumo, coleta, dano ou destruio dos recursos naturais e de uso direto quando envolvem o uso comercial ou no dos recursos naturais, como definidas no Sistema Nacional de Unidades de Conservao (Snuc).

Terras indgenas (TI), assim como as UCs, so reas protegidas legalmente, pela Constituio definidas como bens da Unio, inalienveis e indisponveis, destinadas posse e ao usufruto exclusivo dos ndios que as ocupam, constituindo-se espaos privilegiados para a conservao da diversidade biolgica.

reas de interstcio so aquelas situadas entre as UCs e reas indgenas, podendo pertencer ao domnio pblico ou privado. Nesse contexto enquadram-se as demais reas protegidas, tais como as reas de preservao permanente, reservas legais, reservas particulares de patrimnio natural e reas no protegidas.

Corredores ecolgicos no so unidades polticas ou administrativas; so reas onde se destacam aes coordenadas, com o objetivo de proteger a diversidade biolgica na escala de biomas. Essas aes envolvem o fortalecimento, a expanso e a conexo de reas protegidas dentro do corredor, incentivando usos de baixo impacto, como o manejo florestal e os sistemas agroflorestais; alm do desencorajamento de uso de alto impacto, como o desmatamento em larga escala. A implementao de corredores ecolgicos demanda alto grau de envolvimento e cooperao de instituies e de interessados de diversos setores. Em suma, o conceito de corredor ecolgico simboliza abordagem alternativa s formas convencionais de conservao da diversidade biolgica que , a um s tempo, mais abrangente, descentralizada e participativa.

Fonte: Ministrio do Meio Ambiente

Última atualização em Qua, 12 de Maio de 2010 18:47
 

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da Folha de S.Paulo

O futuro desenvolvimento econmico-tecnolgico da humanidade est, direta e indiretamente, vinculado fonte de energia que est na sua prpria origem: o Sol.

Ao mesmo tempo, o gs natural dever superar o petrleo como a maior fonte de energia do mundo durante os prximos 50 anos e servir como etapa intermediria na transio da matriz energtica global para fontes renovveis.

Essas so as previses das principais entidades de estudo do meio ambiente no mundo e a concluso de projees recentes feitas pelo governo dos Estados Unidos.

Energia solar

Sem o calor proporcionado pela estrela em torno da qual a Terra gira, a existncia de vida no planeta no teria sido possvel.

A curto e mdio prazos, dever aumentar a explorao direta dessa energia. medida que fica mais caro, mais raro e politicamente mais invivel queimar combustveis como petrleo e carvo, usar a "limpa" radiao solar tende a ser uma opo mais sensata e prtica --e a tecnologia futura de armazenamento de energia poder resolver o problema dos pases que tm menos dias ensolarados.

Mas um desenvolvimento realmente "sustentvel", isto , sem que exista a ameaa de esgotamento da fonte de energia, s poder ser feito a longo prazo por intermdio da energia nuclear, mais especificamente e principalmente da "fuso" nuclear.

preciso deixar claro a diferena entre as duas energias nucleares. Hoje, a energia nuclear depende da "fisso", da quebra do ncleo de tomos de elementos qumicos pesados como o urnio. Mas muito mais energia pode ser gerada pelo processo oposto: fundir tomos de elementos leves, o mesmo processo que o motor da energia das estrelas.

Uma matria-prima da fuso nuclear poderia ser o elemento qumico ltio. Calcula-se que bastaria 1,8 kg de ltio para produzir um megawatt de energia por ano. E o mundo tem cerca de dez milhes de toneladas desse elemento.

Gs natural

"At a metade do sculo 21, o gs ir se transformar na fonte nmero um de energia. Depois disso, fontes renovveis, como a energia solar e a elica (ventos), comearo a predominar", afirma Christopher Flavin, pesquisador responsvel pelos estudos de energia do Worldwatch Institute, um dos grandes centros mundiais de estudos ambientais, localizado em Washington (EUA).

Embora no seja to taxativo quanto o instituto, o governo norte-americano reconhece que o papel do gs natural ser fundamental no prximo sculo.

O secretrio de energia, Bill Richardson, afirma ter tirado essa concluso observando a procura pelo gs durante a crise econmica que derrubou os preos do petrleo no ano passado para seus patamares mais baixos desde o embargo rabe de 1973 --quando a Opep (Organizao dos Pases Exportadores de Petrleo) elevou o preo do barril de US$ 1,5 para US$ 12, deflagrando recesso de alcance mundial.

Esse consenso em direo ao consumo do produto, no entanto, parece no indicar o fim da era do petrleo nem o fracasso da viabilidade econmica das energias alternativas. As razes so simples. O secretrio Richardson prev que a demanda global por energia v dobrar at o ano 2010.

Fontes renovveis

"Isso significa uma s coisa: fontes renovveis tero um papel muito maior, mas o mundo vai continuar a usar quantidades macias de todos os combustveis fsseis", disse Richardson.

Limitaes tcnicas impedem que um gerador de energia solar distribua eletricidade para uma cidade. Mas vrios distribuidores prometem repassar parte do dinheiro dos consumidores para instituies que estudam formas de baratear o uso de energia vinda de fontes renovveis.

A produo de energia elica e solar vem crescendo no mundo nos ltimos anos. Mesmo assim, essas fontes alternativas no chegam a representar 1% da energia consumida em todo o mundo.

Supercondutores

A economia e a produo de energia tambm sero melhoradas graas a tecnologias futuras com base no fenmeno da supercondutividade, a propriedade de certos materiais, como cermicas especiais, de oferecer uma grande diminuio da resistncia eltrica.

Com isso a corrente eltrica pode fluir pelo material sem perda de energia (pelo calor, por exemplo) pelo caminho. Teoricamente, a supercondutividade permitiria uma transmisso mais eficiente da energia eltrica, mas ela hoje s possvel em compostos resfriados a temperaturas muito baixas. Supercondutores devero ter aplicaes fundamentais tambm nos reatores de fuso nuclear.

 

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Os especialistas em energia do Worldwatch, o Presidente Christopher Flavin e o Pesquisador Associado Seth Dunn, elaboraram um conjunto de critrios que podero ser utilizados para avaliar a eficcia da nova poltica energtica, como seguem:

A poltica energtica anunciada pelo Governo Bush, uma oportunidade singular para fornecer nao uma viso abrangente de um sistema energtico para o Sculo XXI, e recomendar as polticas que ajudaro o pas a realiz-la.

Resta saber se uma administrao, liderada por dois ex-executivos da indstria do petrleo com ligaes pessoais e polticas com as fontes energticas do passado recente, produziro uma agenda energtica consistente com as necessidades e exigncias de um novo sculo. A dependncia crescente em fontes energticas do Sculo XX (petrleo) e do Sculo XIX (carvo) ser um despautrio e retrocesso to grande quanto seria um projeto para produo em massa de carruagens em 1901. Tambm iria, de forma desnecessria e dispendiosa, espoliar o meio-ambiente numa ocasio quando existem fontes energticas bem mais limpas. E j sabemos que nossos aliados internacionais esto ferrenhamente contra a expanso da dependncia em combustveis fsseis, devido ao seu compromisso para conter o aquecimento global.

Estamos hoje nos primrdios de uma revoluo energtica to profunda e veloz como a que impulsionou a era do petrleo, um sculo atrs. Este novo sistema energtico altamente descentralizado, eficiente e baseado cada vez mais em recursos renovveis e no hidrognio j comea a surgir em outras partes do mundo. Sem uma liderana de viso, os Estados Unidos correm o risco de ser ultrapassado por seus competidores econmicos e comprometer sua credibilidade poltica no cenrio internacional..

Acreditamos que a estratgia prestes a ser anunciada dever ser avaliada na extenso em que incorpore os seguintes princpios de um sistema energtico para o Sculo XXI:

1) Eficincia Energtica: A Pedra Angular

Os investimentos em eficincia energtica a obteno dos mesmos servios de iluminao, cozimento, aquecimento, mobilidade e industrializao com menor necessidade de energia so as primeiras medidas que deveremos adotar, e no as sugestes retrgradas do Vice-Presidente Cheney. Faz muito mais sentido econmico e ecolgico obter mais de cada quilowatt ou barril do que cavar por mais carvo e perfurar por mais petrleo. Os avanos na eficincia do uso energtico com melhores eletrodomsticos, prdios, automveis e processos industriais j registraram redues no volume de energia utilizada por cada unidade do produto econmico.

Entre 1973 e 1999, o consumo de energia nos Estados Unidos por cada unidade do produto interno bruto caiu em 41 porcento. Todavia, como comprovado pelos laboratrios nacionais do Departamento de Energia, os Estados Unidos poderiam reduzir sua relao energia/PIB em mais 10 porcento, atravs de polticas voltadas melhoria de eficincia. O insucesso na manuteno dos avanos da eficincia eltrica contribuiu para os problemas energticos da Califrnia. E a no-modernizao das bem-sucedidas normas CAFE [sigla em ingls de Economia Corporativa Mdia de Combustvel] levou aos recentes aumentos dos preos da gasolina. Ser que a Casa Branca, cujo chefe do estado-maior dirigiu a Associao Americana dos Fabricantes de Automveis (que to bem conduziu o lobby para congelar as normas CAFE), recomendar normas e incentivos significativos para o incremento da eficincia dos automveis?

2) Gs Natural: A Ponte para uma Economia Baseada no Hidrognio

O gs natural o combustvel fssil mais limpo e de maior crescimento, e apesar do recente aumento de preo, tornou-se o combustvel escolhido para gerao de energia. Entretanto, o desafio do gs natural no a sua explorao em reas ecologicamente sensveis, como o governo aparentemente procura fazer, e sim o desenvolvimento de novos usos, altamente eficientes, para este combustvel. Estes usos incluem co-gerao, ou o uso combinado de calor e energia, e tecnologias da microenergia.

Microenergia a expresso utilizada para descrever a tendncia global inequvoca da gerao de energia para unidades descentralizadas e eficientes, como clulas de combustvel e microturbinas movidas basicamente a gs natural. uma transformao to profunda quanto a mudana do mainframe para o computador pessoal, gerando igualmente novas e significativas oportunidades de negcio. Agrilhoando o sistema energtico dos Estados Unidos ao Sculo XX, os modelos nucleares e fsseis de grande porte limitaro a competitividade global da indstria energtica dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, agravaro os problemas ambientais e de sade.

3) Energia Nuclear e Carvo Limpo: Nostalgia Descabida

O provvel projeto do Governo Bush de revitalizar indstrias que vm padecendo de uma morte lenta h duas dcadas de causar perplexidade. O custo da gerao nuclear aproximadamente o dobro da de outras fontes energticas existentes no mercado. Este gasto, combinado com a oposio pblica, causou a quase paralisao de novas construes em todo o mundo. Investidores privados recusam-se a investir em energia nuclear. Maior subsdio governamental energia nuclear seria um desperdcio gigantesco de recursos pblicos.

Os sinais que o governo realizar altos investimentos em carvo limpo indicam outro dispndio imprudente do dinheiro dos contribuintes. O carvo uma fonte de energia do Sculo XIX e o mais sujo dos combustveis fsseis, prejudicando a sade de milhes de pessoas a cada ano. tambm uma indstria do ocaso, esvaziando postos de trabalho devido mecanizao. Com os nveis de emprego se reduzindo em 66 porcento desde 1980, os mineiros de carvo representam hoje menos de 0,1 porcento da fora de trabalho dos Estados Unidos. Globalmente, o consumo de carvo est no seu ponto mais baixo desde 1984, tendo a China reduzido seu consumo em 27 porcento desde 1996.

4) Energia Renovvel: Mais Rpida, Barata e Limpa

Outro recente disparate bem conhecido que, devido energia renovvel representar atualmente cerca de 2 porcento da energia total dos Estados Unidos, desempenhar apenas um papel mnimo no futuro e portanto no desmerecedora de um apoio substancial. Poder-se-ia ter cometido o mesmo erro um sculo atrs com o petrleo, que representava 2 porcento do consumo energtico em 1900, vindo a se tornar o combustvel predominante no que alguns historiadores denominam o sculo do petrleo.

O petrleo surgiu inicialmente em mercados de nicho, crescendo rapidamente desde ento. A energia elica e solar esto fazendo o mesmo, crescendo globalmente a taxas anuais de dois dgitos, porm principalmente na Europa e Japo onde o apoio governamental est criando um mercado vibrante e gerando empregos de alta tecnologia e exportao (vide abaixo).

Tendncias Globais no Consumo de Energia, 1990-2000

Fonte Taxa Mdia de Crescimento Anual*
(percentual)

Elica 25,1
Solar fotovoltica 20,1
Gs Natural 1,6
Petrleo 1,2
Nuclear 0,6
Carvo -1,0

* Baseada na capacidade instalada de energia elica e nuclear, remessas para energia solar e consumo de gs natural, petrleo e carvo.

Hoje, a energia elica a fonte energtica mundial de maior crescimento, registrando 27 porcento anuais, e mais barata do que a gerao a gs e carvo. O consumo de energia solar tambm est crescendo, particularmente no Japo e Alemanha, cujas polticas de energia renovvel so bem mais eficazes do que nos Estados Unidos. Ironicamente, a poltica de energia renovvel mais forte, em nvel estadual, a do Texas, onde uma lei promulgada durante a gesto de Bush, como governador, exige que as concessionrias forneam uma determinada quantidade de energia de fontes renovveis. Ser que poderemos esperar uma norma nacional para a energia renovvel do ex-Governador, que tanto fala de introduzir suas histrias de sucesso Texano em Washington?

5) Hidrognio: O Petrleo do Futuro

Poder o elemento mais abundante do universo ser o elemento ausente na poltica energtica de Bush? As empresas automotivas e de energia esto despejando centenas de milhes de dlares no desenvolvimento de clulas de combustvel de hidrognio para equipamentos eletrnicos portteis, sistemas estacionrios de energia e veculos a motor. A tecnologia do hidrognio e de clulas de combustvel poder redirecionar o sistema energtico global to profundamente como a descoberta do petrleo e a inveno do motor de combusto interna, mais de um sculo atrs.

No incio do ano, o Presidente props um corte de 48 porcento no oramento de pesquisa de hidrognio. Enquanto isso, como nas corridas tecnolgicas anteriores, as montadoras alems e japonesas e as empresas de energia esto liderando a corrida do hidrognio/clula de combustvel, enquanto Detroit e Houston ficam para trs. Preservar a dependncia no petrleo e deixar de preparar o terreno para um sistema de energia e transporte baseado no hidrognio, enfraquecer gravemente a segurana energtica e diversidade nacional, reduzindo a competitividade das empresas norte-americanas nos ferozes mercados automotivos e energticos.

6) Descarbonizao: No Recarbonizao

Desde 1850, o sistema energtico mundial vem se deslocando constantemente de combustveis com alto teor de carbono para outros, de menor teor. Por razes de eficincia e disponibilidade, nos deslocamos da madeira para o carvo, do carvo para o petrleo e agora, do petrleo para o gs natural. A prxima mudana para o hidrognio desponta no horizonte e os riscos da mudana climtica exigem que apressemos sua chegada.

Durante os ltimos anos, executivos da indstria do petrleo e automobilstica reconheceram publicamente esta tendncia de descarbonizao, observando que a era o petrleo est chegando ao fim (vide abaixo). Entretanto, nossos lderes polticos so omissos em discutir com a populao norte-americana a necessidade urgente de descarbonizar sugerindo, ao invs, uma filosofia de combustveis fsseis para sempre que carece da viso de longo prazo que sua poltica energtica alega possuir.

Última atualização em Ter, 11 de Maio de 2010 15:52
 

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Escrito por Juliana   
Ter, 11 de Maio de 2010 14:10

Crescem no Brasil os projetos de gerao de energia eltrica a partir do gs metano que resulta a decomposio do lixo nos aterros sanitrios. H 20 projetos de controle da emisso de metano em aterros em andamento em todo o Pas, e metade deles est estruturada para gerao futura de eletricidade. A cidade de So Paulo produz, desde 2003, 20 megawatts (MW) de energia a partir dos resduos do aterro Bandeirantes, na regio oeste da capital. Um estudo feito pelo Centro de Estudos Avanados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP em parceria com o Ministrio do Meio Ambiente (MMA), mostra que, em um cenrio conservador, o Brasil, at 2015, pode gerar 356,2 MW de energia eltrica. Em uma perspectiva mais otimista, esse nmero pode chegar a 440,7 MW. Municpios com populao acima de um milho de habitantes - com grande produo de resduos - tm um potencial de gerao mdio de 19,5 MW.

Fonte: O Estado de So Paulo, 8/12, p. B16A.

 

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Com o atual nvel de investimento em saneamento bsico, s em 2122, daqui a 115 anos, a totalidade da populao brasileira ter acesso rede de coleta de esgoto, revela pesquisa da Fundao Getlio Vargas (FGV). Mais da metade dos brasileiros no tem esgoto recolhido. A

pesquisa "Trata Brasil: Saneamento e Sade" foi feita com base nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domiclios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica). A FGV calculou que, em 2006, somente 46,77% da populao brasileira era beneficiada por rede de recolhimento de dejetos domsticos. Marcelo Nri, coordenador da pesquisa, estimou que, a se manter o nvel de crescimento das redes coletoras em todo o pas observado a partir de 1992, somente daqui a, no mnimo, 56 anos, metade da populao ter acesso a esgoto

encanado. A atual taxa de crescimento da rede de esgoto nacional de 1,59% por ano.

Fonte: Folha de So Paulo, 28/11, Cotidiano, p. C4.

 
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