Reduzindo o aquecimento global

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Escrito por Juliana   
Sex, 07 de Maio de 2010 17:15

SO CARLOS TEM MAIS DE 17 MIL RVORES PARA COMPENSAR EMISSO DE CO2

Empresas e ONGs esto intensificando o trabalho de compensao de dixido de carbono (CO2) com o plantio de mais de 17 mil rvores em So Carlos. O municpio recebeu inclusive rvores doadas pelo ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para compensar as emisses provocadas por suas viagens.

A compensao de CO2 faz parte das aes de empresas, entidades e pessoas para reduzir o aquecimento global. Por meio de modelos botnicos so calculados as quantidades de rvores a serem plantadas por empresas e ONGs, que realizam o plantio visando compensar os danos causados ao meio ambiente pela ao do homem. O produtor Flavio Marchesin colabora com a ONG Iniciativa Verde e tem uma propriedade na cidade com quatro mil rvores plantadas para compensao de carbono 200 delas so doaes de Al Gore. A Iniciativa Verde plantou mais de onze mil rvores no municpio. So Carlos rea prioritria por fazer parte do programa Biota, da Fapesp, explica Flavio. Trata-se de um programa que comeou em 1999 e tem como objetivo sistematizar a coleta, organizar e disseminar informaes da biodiversidade do Estado de So Paulo e promover sua restaurao.

Os restauros da Iniciativa Verde seguem as resolues da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, que orienta quanto ao reflorestamento de matas ciliares e a compensao de carbono. As reas so ainda cadastradas na secretaria. A Brasil Flora uma empresa que tambm presta servios para a compensao de carbono, atuando em todo o Estado. O gestor ambiental Ricardo Deangelo, diretor da Brasil Flora, considera que o reflorestamento a maneira mais econmica de compensar a emisso de CO2. Somente em So Carlos, foram cerca de seis mil rvores plantadas por empresas da capital e tambm uma do municpio, a AVR Engenharia. A construtora atendeu um grupo de 150 clientes com o plantio monitorado de rvore para cada compra de imvel. Alguns ambientalistas dizem que cada pessoa deve plantar ao menos dez rvores por ano para compensar sua contribuio nas emisses, ressalta. Deangelo revela ainda que o plantio de rvores de madeira nobre indstria moveleira e afins um timo investimento de longo prazo. No existe nenhuma produo silvcola, agrcola ou pecuria que se aproxime dela em rentabilidade quando existe um projeto de produo bem fundamentado, afirma.

(04/09/09) fonte: Prefeitura de So Carlos

 

Sustentabilidade para jovens

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A Brasil Flora j desenvolveu diversos projetos especiais, entre eles, um que despertou umacarinho todo especial foi a parceria com o NURAP visando orientar os jovens sobre esse tema que est em evidncia e certamente ocupar espao nas discusses futuras sobre o rumo de nosso planeta.

A seguir a entrevista do Diretor da Brasil Flora, Sr. Eduardo Deangelo para a equipe do Nurap

1- O que sustentabilidade?

A sustentabilidade, ou desenvolvimento sustentvel, um conceito amplo, que, em linhas gerais, prope o atendimento das necessidades presentes sem comprometer a possibilidade de que as geraes futuras satisfaam as suas prprias necessidades.

O conceito est baseado no trip de uma economia prspera, uma sociedade mais igualitria e o cuidado com as questes ambientais. A ausncia de sustentabilidade nos processos produtivos e sociais leva ao esgotamento dos recursos naturais, tendo por conseqncia a poluio, a extino de espcies a perda de qualidade de vida, excluso social, pobreza e violncia. J, em contrapartida, a sustentabilidade leva em conta as limitaes do planeta com relao ao consumo dos seus recursos, indicando formas racionais e ticas para seu uso e gerao de benefcios coletivos.

2-Como oferecer essa formao ao aprendiz?

Os processos educativos so ferramentas essenciais na formao e participao do individuo dentro de um tema proposto. A formao do jovem acontecer em trs vertentes distintas e simultneas ao longo do seu curso: Primeiramente ser aplicado e discutido a parte terica, auxiliando-o a entender os conceitos da atualidade sobre o tema, possibilitando a compreenso das principais questes socioambientais. Paralelamente, aplicaremos este conhecimento lanando situaes que exijam a reflexo e a busca de solues prticas para um determinado problema, promovendo o envolvimento e a busca por alternativas ecolgica e economicamente viveis. Por fim o curso pretende criar a capacidade nos jovens de gerenciar situaes que exijam liderana e engajamento, promovendo uma viso mais globalizada, tornando-os agentes multiplicadores dos conceitos. A Brasil Flora acredita no desenvolvimento sustentvel por meio do envolvimento sustentvel, onde cada jovem venha ser uma pea importante e ativa nas mudanas socioambientais que nossa sociedade tanto precisa.

3-O que podemos esperar desses aprendizes no futuro?

Inicialmente, que estejam interiorizados e sensibilizados com os temas apresentados, e que isto reflita at na alterao de padres de comportamento para, posteriormente, serem formadores de opinio nos locais em que atuam, atravs no s do discurso, mas tambm do exemplo. Os objetivos principais deste curso so: oferecer no mercado de trabalho um jovem com conhecimento real das relaes de sustentabilidade possveis de serem empregadas e desenvolvidas no dia a dia das empresas em que atuam e solues simples e de ordem prtica que produzem bons resultados.

4-Esse projeto indito?

Sim, este projeto indito e importantssimo para educao e profissionalizao. Os aprendizes podem ser agentes multiplicadores em seus locais de trabalho, ajudando seus colegas, gerencias e chefias a refletir e discutir sobre os assuntos de sustentabilidade, promovendo a soluo das questes que envolvam os temas socioambientais que se apresentem no futuro, os aprendizes sero parte da gerao que ajudou a mudar e a repensar as formas de consumo e de produo do planeta.

fonte: NURAP http://www.nurap.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=171:setembro-de-2008&catid=18:ano-de-2008&Itemid=33

 

Paineira

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Chorisia speciosaArvore sem folhas

Nomes populares: Paineira, Paineira-rosa.

Caractersticas morfolgicas: Altura de 15 a 30 m, com tronco volumoso de 80 a 120 cm de dimetro. Flores grandes e frutos em forma de cpsulas deiscentes.

Ocorrncia: Minas Gerais, Rio de Janeiro, So Paulo, Gois, Mato Grosso do Sul e norte do Paran, na floresta latifoliada semidecdua da bacia do Paran.

Madeira: Leve, pouco resistente, mole, textura grossa, de baixa durabilidade.

Utilidade: A madeira pode ser usada na confeco de canoas, caixotaria e no fabrico de pasta celulsica. A paina pode ser usada para enchimento de colches e travesseiros. A rvore muito ornamental podendo ser utilizada no paisagismo de praas e grandes jardins.

Informaes ecolgicas: Planta decdua ocorrendo tanto no interior da floresta primria densa como em formaes secundrias. Prefere solos frteis de plancies aluviais e fundos de vales.

 

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Jatoba

Hymenaea courbaril

Nomes populares: Jatob, Jata.

Caractersticas morfolgicas: Altura de 15 a 20 m, com tronco de at 1 m de dimetro. Fruto legume indeiscente com 2 a 4 sementes envoltas por uma polpa farincea.

Ocorrncia: Piau at o norte do Paran, na floresta semidecdua.

Madeira: Pesada, muito dura ao corte e de mdia resistncia ao ataque de insetos xilfagos.

Utilidade: A madeira empregada na construo civil, para confeco de artigos de esportes, tacos e tbuas para assoalhos, peas torneadas e mveis. O fruto contm uma farinha comestvel e muito nutritiva, consumida pelo homem e por animais silvestres.

Informaes ecolgicas: Planta semidecdua e pouco exigente em relao fertilidade e umidade do solo, ocorrendo geralmente em terrenos bem drenados.

Fenologia: Floresce entre os meses de outubro e dezembro. Frutos amadurecem a partir do ms de julho.

 

Figueira Branca

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arvore gigante

Ficus guaranitica

Nomes populares: Figueira, Figueira branca.

Caractersticas morfolgicas: Altura de 10 a 20 m, com tronco de 90 a 180 cm de dimetro. Copa muito grande podendo ultrapassar 20 m de dimetro.

Ocorrncia: Minas Gerais, Rio de Janeiro, So Paulo, Gois, Mato Grosso do Sul e norte do Paran, principalmente na floresta semidecdua da bacia do Paran.

Madeira: Moderadamente pesada, macia, pouco resistente e de baixa durabilidade natural.

Utilidade: A madeira usada geralmente para miolo de portas e painis e para caixotaria leve. Seus frutos so consumidos por morcegos e outros animais. A rvore utilizada eventualmente para o paisagismo de grandes praas e jardins.

Informaes ecolgicas: Planta pereniflia, ocorrendo preferencialmente em terrenos profundos e frteis, sendo considerada padro de terra boa.

Fenologia: Floresce em diferentes pocas, porm principalmente entre os meses de setembro e outubro. Os frutos amadurecem entre dezembro e janeiro.


 
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